60 anos da Ditadura Militar e o envolvimento dos EUA para apoiar o golpe
05/04/24
By:
Débora Cândido
Passando pela Guerra Fria contra a extinta União Soviética, os norte-americanos temiam a expansão dos ideais comunistas para o resto do continente.

No último dia 3 de abril, completou 60 anos da fatídica ligação entre o subsecretário de Estado para Assuntos Interamericanos dos Estados Unidos, Thomas Mann, e o presidente norte-americano, Lyndon Johnson. Através da conversa, foi possível descobrir que os EUA se agradaram do golpe contra o governo de João Goulart e até que participaram.
Enquanto estavam em uma briga silenciosa com a extinta União Soviética, os governantes estadunidenses também se envolviam com o destino do Brasil. Sendo este o maior país da América Latina, a guerra ideológica da Guerra Fria fazia com que os norte-americanos temessem a expansão dos ideais comunistas para o resto do continente. Confira um recorte da conversa entre Thomas e Lyndon:
“Espero que você esteja tão feliz em relação ao Brasil quanto eu estou”, disse Thomas Mann.
“Eu estou”, garantiu Lyndon Johnson, do outro lado da linha.
“Creio que essa seja a coisa mais importante que aconteceu no hemisfério em três anos”, confessou Mann.
“Espero que eles nos deem algum crédito em vez de inferno”, disse Johnson.
DITADURA MILITAR
A Ditadura Militar foi um regime político instaurado através de um golpe, em que membros das Forças Armadas tomaram o poder do país, que estava sob responsabilidade do então governante, Jango, até ser deposto.
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