Abraço simbólico ao Museu de História Natural da Ufal pede restauração urgente
19/05/25
By:
Redação
Fechado por problemas estruturais, espaço essencial à ciência e à cultura alagoana mobiliza sociedade em ato de resistência e preservação

Na manhã do último sábado (17), o Museu de História Natural da Universidade Federal de Alagoas (MHN/Ufal), localizado no bairro do Prado, em Maceió, foi cercado por um abraço simbólico e coletivo. O ato reuniu professores, estudantes, ex-alunos, pesquisadores e representantes da sociedade civil em um gesto de protesto e cuidado com uma das mais importantes instituições científicas e culturais de Alagoas.
Com 35 anos de história, o museu teve que fechar suas portas devido a sérios problemas estruturais que ameaçam a integridade do prédio e do acervo. O “Ato do Abraço ao Museu” buscou sensibilizar o poder público para a urgência da restauração do MHN/Ufal e a necessidade de investimentos que garantam seu pleno funcionamento.
Durante o evento, os participantes fizeram falas públicas, participaram de oficinas de cartazes e reafirmaram o compromisso com a defesa da universidade pública, da ciência e do patrimônio coletivo. As manifestações destacaram a importância do museu na preservação da biodiversidade e da geodiversidade alagoana, bem como na formação educacional e no acesso à cultura.
“O museu é um espaço de ensino, pesquisa e extensão. É inadmissível que um patrimônio desse porte seja negligenciado”, afirmou uma das organizadoras do ato. A mobilização também cobrou a articulação de esforços entre governo, instituições e a bancada parlamentar alagoana para reverter a situação de abandono.
“O abraço simbólico foi, acima de tudo, um apelo coletivo: restaurar o MHN/Ufal é preservar a memória científica e natural de Alagoas para as gerações futuras”, destacaram os organizadores em nota.
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