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Estados Unidos enviam 700 fuzileiros navais para Los Angeles

10/06/25

By:

Redação

Os protestos da noite de segunda-feira foram marcados por confrontos dispersos e de menor intensidade entre manifestantes e policiais em comparação aos registrados no domingo em L.A.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou na noite desta segunda-feira, 9, o envio de 700 fuzileiros navais para as ruas de Los Angeles. O governo também elevou para 4 mil os soldados da Guarda Nacional que devem atuar na repressão a protestos contra sua política migratória linha-dura, que entraram no quarto dia seguido.


Os protestos da noite de segunda-feira foram marcados por confrontos dispersos e de menor intensidade entre manifestantes e policiais em comparação aos registrados no domingo em Los Angeles. A militarização das ruas da maior cidade da Califórnia desde o fim de semana ampliou a crise política entre o governo federal e o Estado, liderado pelo governador democrata Gavin Newson, que acusa a Casa Branca de atuar fora de suas atribuições para reprimir críticos de Trump, além de estimular a violência política dentro dos EUA.


A ordem de enviar os fuzileiros navais, que normalmente são empregados em conflitos no exterior e não para atuar dentro dos Estados Unidos, foi dada pelo Departamento de Defesa. Eles devem chegar à Califórnia na manhã de terça-feira.


“Isso é uma provocação, não apenas uma escalada”, disse o governador Gavin Newsom sobre a decisão do presidente Trump de enviar 700 fuzileiros navais para os protestos na Califórnia. “O objetivo é semear mais medo, mais raiva e nos dividir ainda mais”.


Antes do Pentágono convocar os fuzileiros, Trump tinha dito em Washington que a medida talvez não fosse necessária. “Vamos ver o que acontece, acho que estamos com a situação sob controle”, afirmou no meio da tarde.


Mas ao mesmo tempo em que relativizou a necessidade de enviar mais militares à Califórnia, Trump fez duros ataques contra Newson e chegou a sugerir que o czar da fronteira, Tom Homan, deveria prender o governador, acusando-o de obstruir as operações de fiscalização da imigração em Los Angeles. Mais cedo, o gabinete de Newson entrou com um processo na Justiça contra o governo federal por uso indevido da Guarda Nacional. Os advogados da Califórnia argumentam que as forças de segurança locais estavam gerenciando os protestos de forma efetiva e que a presença da Guarda Nacional não era necessária.


Nesta segunda-feira, o governo Donald Trump confirmou o envio de mais 2 mil integrantes da Guarda Nacional para Los Angeles, elevando para mais de 4 mil o total de soldados destacados para repelir os protestos contra as deportações em massa do governo. A ordem do presidente americano sugeriu que os protestos contra as medidas de deportação estavam interferindo no processo dos agentes e constituíam uma rebelião contra a autoridade do governo federal e sua capacidade de aplicar a lei federal.


A medida de Trump, no entanto, foi muito questionada por especialistas. Muitos deles afirmaram que não havia a necessidade de enviar tropas da Guarda Nacional com este precedente. Medidas como essa geralmente são tomadas após o pedido dos governadores. A única exceção ocorreu em 1965, quando o presidente Lyndon Johnson acionou a Guarda Nacional à revelia do governo do Alabama para proteger manifestantes que protestavam contra as leis racistas do Estado e pelos direitos civis dos negros.


Manifestantes nas ruas


Os protestos em Los Angeles permaneceram pacíficos e dispersos durante a noite de segunda-feira. Pouco antes, durante a tarde, centenas de pessoas se reuniram no centro da cidade para pedir a libertação de David Huerta, um proeminente líder sindical que foi detido por agentes federais na sexta-feira. Ele foi liberado sob pagamento de fiança.


Em Nova York, do lado de fora de um tribunal federal, cerca de 100 manifestantes se reuniram para protestar contra os funcionários da Imigração e Alfândega. Alguns entraram em confronto com policiais.

Enquanto um ônibus de turismo passava pela cena caótica, pelo menos duas pessoas foram presas e a multidão gritava: “Não ao ICE, não ao KKK, não aos EUA fascistas”.


Em São Francisco, o prefeito Daniel Lurie disse que um protesto envolvendo milhares de pessoas, foi maior e “significativamente mais calmo” do que as manifestações do dia anterior, onde ocorreram confrontos violentos. Mas na cidade de Santa Ana, Califórnia, autoridades disseram que agentes federais usaram gás lacrimogêneo, bombas de pimenta e balas de borracha contra manifestantes que atiraram garrafas e pedras.







Fonte: Estadão

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