EUA: os decretos de Trump impactam o mundo
21/01/25
By:
Redação
Entenda como as decisões do presidente dos Estados Unidos estão movimentando o mundo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), assinou na segunda-feira (20) os primeiros decretos de seu 2º mandato à frente da Casa Branca.
Entre as medidas estão a saída do país da OMS (Organização Mundial da Saúde) e do Acordo de Paris.
Trump assinou parte dos atos em um estádio em Washington, D.C., com a presença de apoiadores. Depois, seguiu para o Salão Oval da Casa Branca para finalizar a assinatura dos decretos.
Acordo de Paris
Os EUA voltará a se retirar do Acordo de Paris sobre o clima, prejudicando os esforços mundiais para travar o aquecimento global.
Trump fez este anúncio em seu discurso de posse e também prometeu aumentar a produção de petróleo dos Estados Unidos e eliminar os subsídios criados pelo seu antecessor, o democrata Joe Biden, para a compra de veículos elétricos.
"O presidente Trump vai retirar-se [EUA] do
Acordo de Paris sobre o Clima", afirmou depois a Casa Branca em um comunicado oficial.
Saída da OMS
O governo de Trump se retirou formalmente da organização em julho de 2020, enquanto a pandemia de Covid-19 se espalhava pelo mundo.
O texto da ordem executiva desta segunda cita a “má gestão da pandemia de COVID-19 pela organização que surgiu de Wuhan, China e outras crises globais de saúde, sua falha em adotar reformas urgentemente necessárias e sua incapacidade de demonstrar independência da influência política inapropriada dos estados-membros da OMS”, como razões para a retirada.
“Essa é uma grande questão”, disse Trump a um assessor ao começar a assinar a ordem executiva, apontando para sua decisão de 2020 e sua crença de que os EUA estavam pagando muito dinheiro à organização em comparação a outros países.
A ordem também diz que a OMS “continua a exigir pagamentos injustamente onerosos” dos EUA.
Imigrantes
O republicano ainda assinou medidas relacionadas à imigração.
Ele ordenou, por exemplo, o aumento das penas e deportações para imigrantes ilegais e a criação de uma forças-tarefa para combater crimes nas fronteiras.
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