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Justiça nega sigilo e autoriza envio de provas contra Bruno Henrique

02/05/25

By:

Redação

Tribunal desportivo receberá informações colhidas pela Polícia Federal e pode instaurar novo inquérito contra o atacante do Flamengo

A Justiça do Distrito Federal negou, nesta quarta-feira, pedido de parentes do atacante Bruno Henrique para decretar sigilo na investigação que apura se o atacante do Flamengo beneficiou apostadores ao tomar um cartão amarelo em jogo contra o Santos, no Campeonato Brasileiro de 2023.


Além disso, o juiz Fernando Brandini Barbagalo também autorizou a Polícia Federal a compartilhar as provas colhidas até agora com o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). O órgão desportivo pode instaurar um novo inquérito contra o atleta.


A Justiça do DF ainda rejeitou um pedido do atacante Bruno Henrique para que reconsiderasse uma decisão anterior, em que havia autorizado o compartilhamento das mesmas provas com a CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas, instalada no Senado.


Por fim, Barbagalo determinou à Blaze, uma das operadoras que teria recebido apostas no cartão de Bruno Henrique, que forneça dados relacionados a quatro dos indiciados pelas Polícia Federal – a casa é citada em conversas extraídas dos celulares dos investigados, mas não tinha compartilhado as informações pedidas pelos investigadores.


Apesar do indiciamento, o Flamengo decidiu não afastar Bruno Henrique do elenco. Ele deve ser titular nesta quinta-feira, quando a equipe enfrenta o Botafogo-PB, pela Copa do Brasil. O atacante nega que tenha beneficiado apostadores, com conhecimento, ao ser advertido contra o Santos.


Entenda o caso


Bruno Henrique e mais nove pessoas foram indiciadas no mês passado por supostamente apostarem num cartão amarelo que o atacante do Flamengo receberia contra o Santos com o conhecimento de que ele forçaria a advertência durante a partida.


Além do atleta, foram indiciados Wander Nunes Pinto Júnior, irmão do jogador, Ludymilla Araújo Lima, esposa de Wander, e Poliana Ester Nunes Cardoso, prima do atacante. Os três fizeram apostas.

Há, também, um segundo núcleo de apostadores formado por Claudinei Vitor Mosquete Bassan, Rafaela Cristina Elias Bassan, Henrique Mosquete do Nascimento, Andryl Sales Nascimento dos Reis, Max Evangelista Amorim e Douglas Ribeiro Pina Barcelos – são amigos de Wander, segundo as investigações.

Bruno Henrique e seu irmão, Wander, foram indiciados no artigo 200 da Lei Geral do Esporte – fraudar, por qualquer meio, ou contribuir para que se fraude, de qualquer forma, o resultado de competição esportiva ou evento a ela associado –, com pena de dois a seis anos de reclusão, e estelionato, que prevê pena de um a cinco anos de prisão. Os demais foram indiciados por estelionato.


Os investigados foram alvo de uma operação de busca e apreensão realizada em novembro do ano passado. Policiais federais estiveram em endereços ligados a Bruno Henrique, inclusive no CT do Flamengo. O atleta estava em casa e teve o telefone celular apreendido.


Nos celulares obtidos na operação, a PF encontrou mensagens de Bruno Henrique com outros investigados. Em uma delas, o irmão do jogador, Wander, pergunta quando ele tomaria o terceiro cartão amarelo, e o atacante rubro-negro responde: “Contra o Santos”.


As investigações tiveram início em agosto do ano passado após operadores de apostas no Brasil relatarem movimentações suspeitas relacionadas ao cartão amarelo que Bruno Henrique tomou no jogo contra o Santos, pela 31ª rodada do Brasileirão de 2023, disputado em Brasília.


Três casas de apostas soaram alertas. Uma delas apontou que 98% de todas as apostas de cartões daquela partida foram direcionadas para Bruno Henrique. Em outra, o percentual chegou a 95%.

O atacante, que naquele campeonato havia sido advertido com cinco cartões amarelos em 22 jogos até então, entrou em campo pendurado contra o Santos. Naquela partida, Bruno Henrique foi amarelado nos acréscimos do segundo tempo após fazer uma falta em Soteldo quando o Flamengo já perdia por 2 a 1. Depois, reclamou e foi expulso pelo árbitro Rafael Klein.


O relatório da Polícia Federal deverá ser analisado agora pelo Ministério Público do Distrito Federal, que decidirá pelo oferecimento de denúncia ou não.

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