Papa apresenta nova melhora e não tem mais problema nos rins
27/02/25
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TNH1
O pontífice chega ao 14º dia de internação hospital Agostino Gemelli, em Roma

O papa Francisco, que enfrenta uma pneumonia dupla, teve mais uma noite tranquila, informou o Vaticano nesta quinta-feira (27).
"O Papa dormiu bem à noite e agora está descansando", descreve a nota, sucinta, como de praxe nos comunicados da Santa Sé. O pontífice chega ao 14º dia de internação hospital Agostino Gemelli, em Roma.
Sua condição clínica, a mais complexa que enfrenta em seu papado, mostrou uma leve melhora no período anterior. A leve insuficiência renal observada nos últimos dias cessou. O quadro geral de estabilidade é visto como um sinal importante pelo Vaticano.
O prognóstico continua sendo tratado como "cauteloso" pela Santa Sé. Apesar da ponderação, o boletim de quarta-feira (26) foi o primeiro a não descrever o quadro clínico como grave. Ouvido em caráter reservado, funcionário do Vaticano disse que a ausência da classificação não significava uma avaliação médica. A Santa Sé não descarta uma entrevista com os médicos que cuidam do pontífice até o fim da semana.
Francisco está se alimentando normalmente e, dentro do possível, movimenta-se no quarto. Na noite de terça-feira (25) já mostrava um quadro de estabilidade, sem novas crises respiratórias e exames de sangue estáveis.
A condição de saúde, porém, ainda era considerada grave. Na segunda-feira (24), a Santa Sé havia informado que a "insuficiência renal leve", relatada pela primeira vez no fim de semana, não era motivo de preocupação. Foi o primeiro sinal positivo desde o agravamento de seu estado de saúde.
No sábado (22), Francisco chegou a precisar de transfusão de sangue depois de uma "crise respiratória prolongada", uma situação que não se repetiu desde então.
Ele tem uma pneumonia dupla, uma infecção grave que pode inflamar e causar cicatrizes em ambos os pulmões, dificultando a respiração.
O Vaticano descreveu o quadro infeccioso como complexo, causado por dois ou mais micro-organismos.
O papa é particularmente propenso a infecções pulmonares porque desenvolveu pleurisia quando jovem e teve parte de um pulmão removido. Ele segue sob a terapia com oxigênio e sob a mesma medicação dos últimos dias.
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