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Trump proíbe entrada nos Estados Unidos de viajantes de 12 países

05/06/25

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Redação

Segundo o decreto, a medida passará a valer a partir da próxima segunda-feira (9)

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira a proibição de entrada de cidadãos de uma dúzia de países nos Estados Unidos, ressuscitando uma política controversa adotada no seu primeiro mandato. Segundo o decreto, a medida passará a valer a partir da próxima segunda-feira.


Os países incluídos são Afeganistão, Mianmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen.


Além da proibição total, haverá restrições adicionais para cidadãos de Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela. “Preciso agir para proteger a segurança nacional e o interesse nacional dos Estados Unidos e de seu povo”, disse Trump no decreto.


Cuba é um “patrocinador do terrorismo” e seu governo “não coopera nem compartilha informação suficiente” com os Estados Unidos, além de se negar “historicamente a readmitir seus nacionais” expulsos, diz o texto. A Venezuela, por sua vez, “carece de uma autoridade central competente ou cooperativa para emitir passaportes ou documentos civis e não conta com medidas adequadas de revisão e verificação”, afirma o documento, que também acusa o país de rejeitar “historicamente” os venezuelanos expulsos.


Segundo o republicano, o veto foi motivado pelo atentado que ocorreu no último domingo em Colorado, quando um cidadão egípcio feriu dezenas de pessoas com um lança-chamas improvisado durante uma manifestação em memória dos reféns israelenses em Gaza. O homem estava em situação irregular nos EUA após ter continuado no país com um visto de turismo vencido.


“O recente ataque terrorista em Boulder, Colorado, evidenciou os perigos extremos que representa a entrada de cidadãos estrangeiros que não foram devidamente verificados”, disse Trump em uma mensagem em vídeo.


Apesar da motivação, o Egito — com quem os EUA possuem laços estratégicos para a sua posição no Oriente Médio — não foi incluído no veto.


A lista divulgada nesta quarta-feira é resultado de um decreto assinado por Trump na sua posse, em 20 de janeiro, que exigiu que os departamentos de Estado e de Segurança Interna, além do Diretor de Inteligência Nacional, elaborassem um relatório sobre países com “atitudes hostis” em relação aos EUA, analisando se a entrada de pessoas de certos países representava um risco à segurança nacional.


Trump comparou as novas medidas com a proibição que impôs durante o seu primeiro mandato, que, segundo ele, evitou que os Estados Unidos sofressem ataques como os ocorridos na Europa. “Não vamos deixar que o que aconteceu na Europa ocorra nos Estados Unidos”, frisou Trump. “Não podemos ter migração aberta de nenhum país do qual não possamos verificar e filtrar de maneira segura e confiável.”


Durante seu primeiro mandato, Trump proibiu a entrada nos EUA de cidadãos de sete países majoritariamente muçulmanos: Iraque, Síria, Irã, Sudão, Líbia, Somália e Iêmen.


Na época, visitantes desses países foram impedidos de embarcar em voos para os EUA ou detidos em aeroportos americanos após desembarcarem. Entre eles estavam estudantes, professores, empresários, turistas e pessoas que visitavam amigos e familiares. O decreto foi reformulado após uma série de questionamentos judiciais, até alcançar uma versão que foi mantida pela Suprema Corte em 2018.


A medida afetou várias categorias de viajantes e imigrantes desses países, além de norte-coreanos e alguns funcionários do governo venezuelano e seus familiares.

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