Vítimas goianas de explosão de lancha em Maragogi falam sobre acidente: de frente pro fogo"
22/04/25
By:
Gazetaweb
Morganna Freitas contou que foi protegida pelo marido, que teve cerca de 25% do corpo atingido pelas chamas

Morganna Freitas, uma das vítimas da explosão do tanque de combustível de uma lancha, detalhou em vídeo publicado nas redes sociais o momento em que as chamas começaram. O acidente ocorreu no dia 18 de abril, na cidade de Maragogi, em Alagoas.
Gestante, a mulher contou que ela e o sobrinho de 3 anos foram protegidos pelo marido, Felipe Vilela, que teve cerca de 25% do corpo atingido pelo fogo.
“Ele foi afetado porque ele estava na minha frente. Eu estava, diretamente, de frente pro fogo. Ele estava sentada na caixa térmica na [minha] frente, porque eu estava passando protetor solar nele. Então todo o fogo veio nele. Ele protegeu [a mim], que estou gestante, e meu sobrinho, uma criança de 3 anos que, se tivesse pego esse fogo, a gente não sabe nem como estaria”, disse Morganna.
O casal fazia parte de um grupo de turistas de Goiás que estava a bordo da lancha quando o acidente aconteceu, a cerca de 200 metros da praia.
Ao todo, dez pessoas ficaram feridas, entre elas duas gestantes e uma criança de três anos. A explosão mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros. Mikael Felipe, que também estava na lancha, falou sobre o socorro imediato. “As pessoas ali que estavam de lancha ao redor já viram o acidente e já correram. Graças a Deus, foi em questão de segundos que socorreram a gente lá".
As causas do acidente seguem em investigação pelas autoridades marítimas. As informações preliminares apontam para uma explosão após a falha no tanque de combustível da lancha.
FERIDOS NO ACIDENTE
A explosão da lancha deixou 10 pessoas feridas, sendo nove da mesma família de Goiás. As vítimas incluem cinco homens, quatro mulheres (duas grávidas) e uma criança de 3 anos.
A maioria foi inicialmente atendida na UPA Santo Antônio, segundo o diretor João Neto. Cinco vítimas foram transferidas para hospitais — duas delas levadas ao Hospital Geral do Estado (HGE) por helicópteros do DEA, e três por via terrestre, com destino ao HGE e ao Hospital Regional do Norte (HRN).
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