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Genebra

Cerca de 20 países discutem cessar-fogo no Sudão, em Genebra

Enviado da ONU defende fase de transição liderada por sudaneses; guerra dura desde abril de 2023

Por Redação RT Notícias· 1 min de leitura
Sede das Nações Unidas em Genebra
Sede das Nações Unidas em Genebra
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Cerca de 20 países se reúnem em Genebra, na Suíça, para discutir o fim das hostilidades no Sudão, onde a guerra dura desde abril de 2023. A informação é da ONU News, publicada em 22 de outubro. O texto não identifica os países participantes nem a data exata do encontro.

Segundo a ONU, o objetivo é reduzir a violência, aliviar a crise humanitária e abrir caminho para uma transição de governo pacífica e representativa. O enviado pessoal do secretário-geral para o Sudão, Pekka Haavisto, afirmou que a primeira sessão, sobre desescalada, pode explorar caminhos práticos para a paz.

Haavisto pediu que os delegados identifiquem medidas e usem os canais de diálogo para criar confiança e alcançar um cessar-fogo abrangente. Ele disse esperar que os participantes considerem uma fase política de transição liderada pelos próprios sudaneses.

Ataques com drones e crise humanitária

De acordo com a ONU, ataques letais com drones armados se tornaram uma característica marcante do conflito e atingem principalmente civis. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) informou que pelo menos 12 crianças morreram nos últimos dias em dois incidentes, nos estados de Cordofão Ocidental e Cartum. Segundo o Unicef, algumas vítimas tinham apenas dois anos.

O Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha) relatou que drones atingiram a principal central elétrica da cidade de Tendalti, no estado do Nilo Branco.

O Ocha estima que 34 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária no país, e o Unicef calcula que ao menos oito milhões de crianças sudanesas estão fora da escola. As duas agências pedem que todas as partes cumpram o direito internacional humanitário na proteção de civis e de infraestruturas.

O texto da ONU não nomeia as partes em conflito.

Com informações da ONU News.

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