Mãe e filha morrem por chikungunya em intervalo de 34 dias em Alagoas
Casos foram registrados em São Miguel dos Campos e reacendem alerta contra o Aedes aegypti

Mãe e filha morreram por complicações associadas à chikungunya em um intervalo de apenas 34 dias em São Miguel dos Campos, no interior de Alagoas. A doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e da zika.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), entre 1º de janeiro e 15 de junho de 2026 foram registrados 467 casos prováveis de chikungunya em Alagoas, sem óbitos confirmados naquele período. Em 2025, o estado havia contabilizado 3.833 casos prováveis e uma morte pela doença.
Como se prevenir
A principal forma de prevenção é eliminar os criadouros do mosquito, evitando o acúmulo de água parada em recipientes como pneus, garrafas, vasos de plantas, calhas e caixas d'água, que devem permanecer bem tampadas.
As autoridades de saúde também recomendam o uso de repelentes, telas em portas e janelas e roupas que cubram braços e pernas, especialmente em áreas com maior incidência de casos.
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