Sesau: Alagoas tem 910 casos de chikungunya no ano, com 1 morte confirmada e 2 em investigação
Boletim estadual reúne dados de 1º de janeiro a 8 de julho e reforça alerta contra o Aedes aegypti

Alagoas registrou 910 casos prováveis de chikungunya entre 1º de janeiro e 8 de julho de 2026, de acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). O documento confirma uma morte pela doença e mantém outras duas em investigação.
O óbito confirmado é o de Rubenita Lins dos Santos, de 60 anos, que morreu em 30 de maio, com a causa da morte atribuída à chikungunya. Ainda são investigadas as mortes de Crisleine Lins dos Santos, filha de Rubenita, internada no Hospital Helvio Auto em 23 de junho e falecida no último sábado (4), e a de uma recém-nascida registrada na quarta-feira (8), com suspeita de transmissão vertical — quando a mãe contrai a doença durante a gestação.
Dengue e zika
No mesmo período, o estado contabilizou 3.042 casos prováveis de dengue, com dois óbitos confirmados, e 38 casos prováveis de zika, sem mortes registradas.
Os boletins epidemiológicos são atualizados quinzenalmente, e os casos mais recentes permanecem classificados como suspeitos até a conclusão das análises laboratoriais. A Sesau reforça a importância de eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor das três doenças.
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